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- Ouro em montanha russa. Encaminha-se para semana de perdas
- Bayer duvida do futuro do seu herbicida glifosato perante os processos judiciais
- Trump diz que falou ao telefone com Xi Jiping sobre tarifas
- O que defendiam os partidos no início da democracia
- Apple planeia mudar produção do iPhone da China para a Índia
- Papa, política e cravos. Assim foi o 25 de Abril no Parlamento
- Alantra sobe preço-alvo da Galp antes de apresentação de contas
- A cervejaria onde se come Sem Vergonha
- Lucro da Mapfre sobe 27,6% para 276 milhões até março
- O que tem a ver Francisco com o 25 de Abril? "Tudo", diz Marcelo Rebelo de Sousa
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- Trump já falou ao telefone com Xi Jiping sobre tarifas
- Lagarde alerta que protecionismo ameaça famílias e empresas
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- Presidente do parlamento madeirense apela ao diálogo para expandir a autonomia
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- Sete urgências fechadas no sábado e oito no domingo, maioria em Lisboa e Vale do Tejo
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- As imagens da sessão solene do 25 de Abril num Parlamento dissolvido
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- Sete urgências fechadas no sábado e oito no domingo, maioria em Lisboa e Vale do Tejo
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- Encontro entre Putin e Witkoff aproximou EUA e Rússia, diz o Kremlin.
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- A única coisa que faltava o major-general dizer aos portugueses é chamar palhaço aVolodymyr
- Zelensky, um presidente de guerra. Tenha respeito"
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sexta-feira, 25 de abril de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
A Frase (105)
O berço da política eram a filosofia, o direito, a relação, o povo, a cultura... Hoje a política não tem berço, perdeu-se do seu nascimento, renega o passado, não nutre o presente e não pensa o futuro. (Leonor Gaião, OBSR)
Passadas duas semanas de debates, há muitas palavras que ficam no ouvido: “montenegrização”, “bandalheira”, “emigração”, “racismo”, “palacetes”, “crime”, “vergonha”, “mentira”, “fascismo”, “liberdade”, etc. Mas as palavras já não querem dizer nada, temos pressa de as colar aos lábios dos outros, temos pressa de catalogar as expressões mais caricatas, de encontrar os “chavões” da campanha.
A campanha faz-se na rede social. Desde o Chega ao Bloco de Esquerda, da AD ao PS, os partidos venderam-se às palavras baratas, às palavras sem conceitos. Nesta campanha eleitoral, nas redes sociais dos respectivos partidos, já vi música pimba, já vi influencers, já vi chocolate do Dubai, já vi violência gratuita, já vi programas da tarde, já vi demasiado.
Hoje tudo se faz para ver, mesmo as palavras fazem-se para comer com os olhos. Há um vazio de ideias, um vazio de conceitos, um vazio de raízes, um vazio do passado, um vazio na política. O berço da política eram a filosofia, o direito, a relação, o povo, a cultura… Hoje a política não tem berço, perdeu-se do seu nascimento, renega o passado, não nutre o presente e não pensa o futuro (...)
Os holofotes das televisões e dos telemóveis ofuscam o que está à volta e cada um quer um holofote maior, mais luz, mais atenção, mais, mais, mais. Vejam o que eu digo, aqui, na televisão, na rede, na caixa mágica, no retângulo luminoso. Vejam, comam, cheirem estas palavras cada vez maiores, mais barulhentas e mais vazias.
Hoje tudo se faz para ver, mesmo as palavras fazem-se para comer com os olhos. Há um vazio de ideias, um vazio de conceitos, um vazio de raízes, um vazio do passado, um vazio na política. O berço da política eram a filosofia, o direito, a relação, o povo, a cultura… Hoje a política não tem berço, perdeu-se do seu nascimento, renega o passado, não nutre o presente e não pensa o futuro (...)
Os holofotes das televisões e dos telemóveis ofuscam o que está à volta e cada um quer um holofote maior, mais luz, mais atenção, mais, mais, mais. Vejam o que eu digo, aqui, na televisão, na rede, na caixa mágica, no retângulo luminoso. Vejam, comam, cheirem estas palavras cada vez maiores, mais barulhentas e mais vazias.
Soneto De Mim
Na quietude e silêncio do cerrado
dos pensamentos eu me desligo
e o sentimento se põe aí calado
esta é a emoção onde me abrigo
Num vazio do tempo desfolhado
da saudade, sair eu não consigo
sou o ressecado chão empoeirado
e d' alma em evasão sou mendigo
E é neste legado de um passado
que saudosar tornou-se castigo
e o castigo sacrossanto enfado
Assim, tudo o que trago comigo
é amor, apenas sou... um fado!
Que tentou ser primavero e amigo...
(Luciano Spagnol)
quinta-feira, 24 de abril de 2025
Eis A Questão
Se a RTP fosse uma empresa onde as produções fossem coordenadas e não existisse uma guerra de capelinhas, a pesquisa de António Faria e a visão de Gonçalo Madaíl seriam utilizadas para dar outra difusão à peça mais importante que a RTP tem para transmitir em mais este aniversário do 25 de Abril. Mas não, o documentário será estreado na RTP Memória, claro que ficará disponível na plataforma digital RTP Play e será transmitido, obviamente em data ainda não decidida, nessa aberração de programação que é a RTP3, que já é o menos visto de todos os canais informativos nacionais.
Sugiro que nos dias 25 e 26 de Abril vejam o novo documentário de António Barreto, “Rumo à Liberdade”, que está dividido em duas partes e que será emitido na RTP Memória nesses dias. O documentário mostra a visão de Barreto sobre o balanço do que aconteceu desde o 25 de Abril de 1974, uma ideia incómoda para muita gente que entende que “falta cumprir Abril”.
António Barreto é claro sobre essa ideia: “É uma tolice absoluta. O que Abril tinha para dar está dado: democracia, liberdade, libertação dos presos políticos… tudo o resto é o processo social normal, são as nossas escolhas.” Esta ideia atrapalha muita gente, sobretudo à esquerda do PS, no Livre, no Bloco de Esquerda e no PCP.
Dito isto convém elogiar o trabalho de dois quadros da RTP que permitiram, com o seu trabalho num caso, e a sua decisão noutro, que o documentário existisse: António Faria, um especialista na pesquisa dos arquivos da RTP desencantou as imagens que constituíram o alicerce do trabalho.
Se a RTP fosse uma empresa onde as produções fossem coordenadas e não existisse uma guerra de capelinhas, a pesquisa de António Faria e a visão de Gonçalo Madaíl seriam utilizadas para dar outra difusão à peça mais importante que a RTP tem para transmitir em mais este aniversário do 25 de Abril. Mas não, o documentário será estreado na RTP Memória, claro que ficará disponível na plataforma digital RTP Play e será transmitido, obviamente em data ainda não decidida, nessa aberração de programação que é a RTP3, que já é o menos visto de todos os canais informativos nacionais.
(Excertos do texto de falcão, A Esquina do Rio)
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Ouro recupera. "Há apenas uma história neste momento: tarifas"
- Alemanha revê em baixa previsão de crescimento económico para zero
- Montenegro adiou celebrações festivas do 25 de Abril para 1.º de Maio
- "Dia da Libertação" fez cair confiança dos investidores na Alemanha
- Intermarché investe 5 milhões de euros em novo supermercado em Leiria
- Boeing prepara-se para revender aviões que estavam destinados à China
- Governo vai ajudar 319 indústrias eletrointensivas com 60 milhões por ano
- "Pela primeira vez, eleições livres em Portugal!"
- Bruxelas aprova 612 milhões de ajudas estatais para eletrointensivos portugueses
- China vai suspender sanções a eurodeputados com vista a acordo de investimento ~
- Saída de Baleiras deixa UTAO sem coordenador até às eleições
- Torre de Belém encerra para obras com prazo de um ano
- Nos Publicidade assume comercialização do Cinema City
- Cascais e Oeiras desenham eixo alternativo à A5
- CP alerta para fortes perturbações na segunda-feira
- ‘Cartel da banca’ segue para o Constitucional após Relação rejeitar apelo do MP
- Caldas da Rainha vai ter três residências de estudantes em 2026 num total de 289 camas
- Hipoges aumenta receita em 17% e diversifica atividade
- Delegação composta por 28 startups portuguesas marca presença na Web Summit Rio
- Élia Ribeiro é a nova presidente do conselho de administração das Sociedades de Desenvolvimento da Madeira
- Nissan prevê perdas até 4.260 milhões de euros no exercício 2024-2025
- American Airlines: faturação aumenta mas empresa não escapa ao prejuízo no primeiro trimestre
- PCP diz que não se homenageia Papa com cancelamentos de celebrações do 25 de AbrilTorre de Belém encerra para obras com prazo de um ano
- Três urgências fechadas no 25 de Abril e seis no fim de semana
- Legislativas: Pedro Nuno desvaloriza sondagens e diz que Governo "esgotou a credibilidade"
- 25 Abril: Governo afasta quaisquer restrições à celebração e apenas definiu conduta para os seus membro
- Três urgências fechadas no 25 de abril e seis no fim de semana
- Ataque com faca em escola francesa causa um morto e três feridos
- PSP detém nove pessoas por tráfico de droga no Porto
- Papa. Os últimos dias de Francisco
- Sindicato dos Trabalhadores dos Espetáculos convoca greve para 25 de abril e 1 de maio
- PSP emite parecer negativo a manifestações no Martim Moniz a 25 de abril
- Moscovo lançou 70 mísseis e 145 drones em direção à Ucrânia, com especial foco em Kiev, num ataque que Volodymyr Zelensky afirmou ter como objetivo pressionar os Estados Unidos
- “Foi uma explosão atrás de outra. Nem tivemos tempo de nos vestirmos” - o relato de quem sobreviveu ao ataque com mais de 200 drones em Kiev
- Mísseis Kalibr, Iskander, KH-101e KH-59: “Este foi um dos maiores ataques, há muito tempo que não víamos algo assim”
- Secretário-geral da NATO vai aos EUA para reuniões com a administração Trump
- PSP dá "parecer negativo" para manifestações no Martim Moniz, em Lisboa
- Montenegro adia celebrações festivas do 25 de Abril para 1.º de Maio com jardins abertos e Tony Carreira
- O Governo descobriu armas de graça
- Trump garante que a sua administração fala com a China "todos os dias"
- "Sou muito boa a gritar", "somos todos tendenciosos", "sou pró-Trump". Estes são os novos correspondentes da Casa Branca
- Elon Musk vai regressar à Tesla. Não será tarde demais?
- Um massacre fez escalar as tensões entre duas potências. Índia vs. Paquistão, o que se sabe
A Frase (104)
Vivemos tempos de vertigem e imediatismo. Demitimo-nos das nossas responsabilidades e delegámos no outro a obrigação de fazer, de ser por nós. Perdemos as referências políticas, religiosas, sociais e familiares e, no meio do vazio, ficámos dependentes, cada vez mais dependentes. É uma carência de objectivos, uma paralisia de emoções, uma impossibilidade de se “ser” sem orientação. (José Torres da Costa, OBSR)
O controlo que outrora se fazia por muros, grades e vigilância, está hoje disseminado nos nossos hábitos, “cliques” e rotinas. Não precisamos de ser vigiados, estamos voluntariamente expostos, e isso basta.Este é o mundje, um mundo pós-moderno e “narcisista”. É um mundo que alimentamos pelas redes sociais e pelos média. E num mundo ávido por informação e “notícias” sem qualidade. (...) Neste misto de voracidade e vertigem, esgotados que estão os temas da religião e virtude, é preciso uma nova “Fé”, a promessa de um novo “Éden”.
Temas como a saúde (a par de outros) tornaram-se combustível indispensável para a “fornalha” da comunicação. A sociedade torna-se hipermedicalizada e é-lhe difícil manter uma ponderação adequada entre o que faz sentido e um desnecessário tantas vezes contraproducente. Este novo mundo necessita de um equilíbrio que é difícil de obter, mas também é uma realidade à qual a Ordem dos Médicos anquilosada nunca se conseguiu adaptar.
NA perspetiva dos conteúdos, e apesar dos avanços e reconhecimentos internacionais, a comunicação social olha na saúde demasiadas vezes pela exceção, dando-lhe um destaque e notoriedade que suspeito assistir a agendas de inocência duvidosa.
Com ou sem intencionalidade, há uma certa perversão na forma como o nosso sistema de saúde é dado a conhecer. Um sistema que apesar dos defeitos e agressões a todos deveria orgulhar.
Se existem noticiários têm de existir notícias e nesta dependência o critério da escolha não é a notícia em si, mas o impacto que tem. Seria tranquilizador e sedativo um noticiário que um dia destes dissesse – “hoje não há notícias. Não há nada de novo!”. Pura e simplesmente não acontece!
Portugal tem uma ferência de investigação como a Champalimaud Foundation ou o Instituto de Medicina Molecular para além de importantes investimentos em tecnologia digital na área da medicina (telemedicina, inteligência artificial, registos eletrónicos de saúde) e a criação da recente licenciatura em Saúde Digital e Inovação Biomédica (SauD InoB) da FMUP. Por tudo isto, e por uma alta relação qualidade / preço, Portugal é classificado no top dos rankings da OMS e da Euro Health Consumer Index .
Em muitas áreas da saúde surgiram plataformas de recolha de dados que utilizam modelos de aprendizagem profunda que permitem um melhor conhecimento da saúde dos portugueses para além de serem ferramentas indispensáveis para a identificação precisa de ganhos em saúde. (...)
Com ou sem intencionalidade, há uma certa perversão na forma como o nosso sistema de saúde é dado a conhecer. Um sistema que apesar dos defeitos e agressões a todos deveria orgulhar.
O controlo que outrora se fazia por muros, grades e vigilância, está hoje disseminado nos nossos hábitos, “cliques” e rotinas. Não precisamos de ser vigiados, estamos voluntariamente expostos, e isso basta.Este é o mundje, um mundo pós-moderno e “narcisista”. É um mundo que alimentamos pelas redes sociais e pelos média. E num mundo ávido por informação e “notícias” sem qualidade. (...) Neste misto de voracidade e vertigem, esgotados que estão os temas da religião e virtude, é preciso uma nova “Fé”, a promessa de um novo “Éden”.
Temas como a saúde (a par de outros) tornaram-se combustível indispensável para a “fornalha” da comunicação. A sociedade torna-se hipermedicalizada e é-lhe difícil manter uma ponderação adequada entre o que faz sentido e um desnecessário tantas vezes contraproducente. Este novo mundo necessita de um equilíbrio que é difícil de obter, mas também é uma realidade à qual a Ordem dos Médicos anquilosada nunca se conseguiu adaptar.
NA perspetiva dos conteúdos, e apesar dos avanços e reconhecimentos internacionais, a comunicação social olha na saúde demasiadas vezes pela exceção, dando-lhe um destaque e notoriedade que suspeito assistir a agendas de inocência duvidosa.
Com ou sem intencionalidade, há uma certa perversão na forma como o nosso sistema de saúde é dado a conhecer. Um sistema que apesar dos defeitos e agressões a todos deveria orgulhar.
Se existem noticiários têm de existir notícias e nesta dependência o critério da escolha não é a notícia em si, mas o impacto que tem. Seria tranquilizador e sedativo um noticiário que um dia destes dissesse – “hoje não há notícias. Não há nada de novo!”. Pura e simplesmente não acontece!
Portugal tem uma ferência de investigação como a Champalimaud Foundation ou o Instituto de Medicina Molecular para além de importantes investimentos em tecnologia digital na área da medicina (telemedicina, inteligência artificial, registos eletrónicos de saúde) e a criação da recente licenciatura em Saúde Digital e Inovação Biomédica (SauD InoB) da FMUP. Por tudo isto, e por uma alta relação qualidade / preço, Portugal é classificado no top dos rankings da OMS e da Euro Health Consumer Index .
Em muitas áreas da saúde surgiram plataformas de recolha de dados que utilizam modelos de aprendizagem profunda que permitem um melhor conhecimento da saúde dos portugueses para além de serem ferramentas indispensáveis para a identificação precisa de ganhos em saúde. (...)
Com ou sem intencionalidade, há uma certa perversão na forma como o nosso sistema de saúde é dado a conhecer. Um sistema que apesar dos defeitos e agressões a todos deveria orgulhar.
A Música Das Almas ...
Na manhã infinita as nuvens surgiram como a loucura numa alma.
E o vento como o instinto desceu os braços das árvores que estrangulavam a terra...Depois
veio a claridade, os grandes rios, céus, a paz dos campos...
Mas nos caminhos todos choravam com os rostos levados para o alto.
Porque a vida tinha misteriosamente passado na tormenta.
(Vinicius de Moraes)
quarta-feira, 23 de abril de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Catarina Costa está na final de -48 kg do Europeu
- ONU: Gaza com pior crise humanitária desde 2023
- EUA poderão cortar taxas à China para 50% a 65%
- Reunião de cardeais. Mulher convocada por engano
- Confisco de bens mesmo em caso de morte ou doença
- Grávida deu à luz nos corredores de hospital
- Volume de negócios da Danone sobe 0,8% para 6.789 milhões no primeiro trimestre
- Kepler Chevreux inicia cobertura da Sonae com recomendação de "compra"
- Euforia em Wall Street. Tesla dispara quase 5% após resultados
- EUA deverão descer tarifas à China para 50% a 65%
- Greenvolt vende parque eólico na Polónia por 174 milhões de euros
- Boeing reduz perdas para 27,2 milhões de euros no primeiro trimestre
- A América está a tornar-se o maior paraíso fiscal do mundo
- FMI: Margem orçamental deve ser usada “com critério” para conter impacto das tarifas
- Espanha exclui projeto da Altri na Galiza de fundos europeus. Empresa recorre
- Saúde mental no trabalho: uma "ferida" que as empresas falham em estanca
- Estado vai passar a confiscar bens com morte do arguido
- Programa cheque-livro prolongado até julho
- Gasto em Defesa não penalizará políticas sociais
- China recusa novos aviões da Boeing
- Novo concurso da alta velocidade encurta trajeto
- Governo pede ativação da cláusula de exceção europeia para investir até 1,5% do PIB em Defesa
- Empresas devem facilitar acesso dos serviços digitais a pessoas com deficiência, sob pena de multa
- CPI a Montenegro pode não ser necessária? “Hipótese é meramente teórica” porque “fuga às perguntas mantém-se”
- L’Oréal com vendas comparáveis a subirem 3,5% no primeiro trimestre
- Oferta de habitação em Portugal desce 4% no primeiro trimestre de 2025
- Já há data para a terceira edição do Doing Business Angola
- Mercado do retalho de luxo continua em alta, indica relatório da Savills
- Tarifas: FMI estima aumento de 2,8 pontos percentuais da dívida pública mundial este ano
- Aeronave faz aterragem de emergência após porta cair ao mar em pleno voo
- Programa cheque-livro prolongado até julho
- Istambul abalada por três sismos
- ERS recebeu quase 88 mil reclamações referentes a 2024
- Presidente da ANP exige a Hamas que liberte reféns e deponha armas
- Rússia e Ucrânia devem alcançar acordo ou EUA abandonam negociações
- Xana. ‘Viver como por magia a vida num só dia’
- Autocarro em chamas condiciona trânsito na A5
- Menos operacionais no combate aos incêndios e mais meios aéreos para este ano
- Câmara de Sintra aprova contrato com PSP para 144 câmaras de videovigilância
- Polícia intervém em protesto de imigrantes no Porto para afastar ativista anti-imigração
- Tribunal Constitucional volta a chumbar a lei. Há seis normas consideradas inconstitucionais
- Uma noitada e sete jogadores na polémica: o que se passa no FC Porto?
- Morreu o Papa, começa a batalha: um pequeno grupo vai unir-se no Conclave para tentar reverter o que Francisco fez
- Presidente da Câmara Municipal do Porto sente-se insultado pelo bispo da cidade, Manuel Linda, acusando a diocese de agir como "um qualquer agente imobiliário"
- Meta acusa Comissão de prejudicar empresas dos EUA em benefício de chinesas e europeias
- Folhetim de voto | Já um homem não pode ter um lapso de 133%...A "pequena" casa de 30m2 de Ventura tem afinal 70m2 e fica num condomínio com piscina e segurança privadas
- O debate dos 100 milhões de euros por usar e dos dias sem carne nas cantinas
- Os bufos da política portuguesa
- Autocarro que transportava 40 crianças incendeia-se na A5. Autoestrada foi cortada
- JD Vance faz ultimato à Ucrânia após reunião entre Rubio e ministros europeus ser cancelada
- Artista russo revela misterioso retrato que Putin ofereceu a Donald Trump
- Casa Branca já admite cortar tarifas aplicadas à China
- Tesla em queda, segue-se a Porsche, Mclaren e semelhantes.
- Este é o Denza Z, o novo supercarro de luxo da BYD e a culpa é da Mercedes
- Lucros da Tesla afundam num primeiro trimestre negro para Elon Musk
A Frase (103)
“Enquanto Donald Trump se preocupa em saber em que equipa jogam as pessoas transgénero, os chineses transformam as suas fábricas com a ajuda da IA”. Citando Thomas Friedman, o futuro está na China. (João Abel de Freitas, JEconómico)
A China há muitos anos fez as suas escolhas estratégicas e uma foi, sem dúvida, a aposta nas Terras Raras.
De facto, em curso, está a substituição do modelo ocidental de desenvolvimento por um novo, centrado na Ásia.
Entre as múltiplas obsessões de Trump não podiam faltar as Terras Raras. Em local que “cheire” a Terras Raras, lá aparece de dedo em riste porque, na sua opinião, os EUA correm riscos, se as Terras Raras escaparem da sua alçada. E, sendo assim, têm de ser nossas, diz, “a bem ou a mal”! (...)
Desconhecia-se este pânico enorme, tão assanhado, de Trump pelas Terras Raras chinesas! Que descontrolo, ilusão e desconhecimento. A luta pela hegemonia global perturba-lhe o pensamento.(...)
Desconhecia-se este pânico enorme, tão assanhado, de Trump pelas Terras Raras chinesas! Que descontrolo, ilusão e desconhecimento. A luta pela hegemonia global perturba-lhe o pensamento.(...)
(...)
Se alguma conclusão não abusiva se poderá retirar, com riscos embora, é que o maior importador mundial (EUA) está em perda contra o maior exportador (China), nesta luta pela hegemonia global, porque Pequim deu um salto tecnologicamente gigante.
De facto, em curso, está a substituição do modelo ocidental de desenvolvimento por um novo, centrado na Ásia.
Contemplação
![]() |
| Visão dos mundo espirituais pintada por Bô Yin Râ (1876-1943 |
Sonho de olhos abertos, caminhando
Não entre as formas já e as aparências,
Mas vendo a face imóvel das essências,
Entre idéias e espíritos pairando...
Que é o mundo ante mim? fumo ondeando,
Visões sem ser, fragmentos de existências...
Uma névoa de enganos e impotências
Sobre vácuo insondável rastejando...
E d'entre a névoa e a sombra universais
Só me chega um murmúrio, feito de ais...
É a queixa, o profundíssimo gemido
Das coisas, que procuram cegamente
Na sua noite e dolorosamente
Outra luz, outro fim só presentido...
(Antero de Quental)
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